domingo, 8 de maio de 2016

O Islamismo


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     "A Cultura europeia
é  intrinsecamente  materialista,  
e já só conserva  o Cristianismo 
como uma relíquia  de  família  ( ... )
     É nosso dever estabelecer a soberania
em todo o mundo
e converter a Humanidade
aos sábios preceitos do Islão
e aos seus ensinamentos, 
sem os quais o Homem
não pode aspirar à felicidade."

Hassan al-Banna,  fundador da Irmandade Muçulmana, 1928.
in  «O Islão e o Ocidente»,  de Jaime Nogueira PInto.  Ed. D.Quixote,  2015  ( p. 11, apresentação )




«O teu REINO

é de todos os Séculos !

E o teu Domínio subsiste

por todas as gerações !»


Salmo 145 : 13.

«Por isso, tendo nós recebido
um REINO inabalável,
retenhamos a Graça
pela qual servimos Deus
de modo agradável,
com reverência e santo respeito.»

Carta aos Hebreus  12 : 28.


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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Dia Mundial da Religião





21 de janeiro

Dia Mundial da Religião

Assinalamos este Dia em termos Culturais,  ou, se quiserem,  Civilizacionais.
Não por uma questão de Fé.
Explico melhor a seguir. 

Se o Ser humano se liga a Deus,
sem deixar que Deus o ligue a si,
produz-se um Presunçoso.

Se Deus se dirige ao Ser humano
e este descarrega a sua existência em Deus,
produz-se um "Novo Nascimento" ( João 3 ),
uma Vida Nova em Jesus Cristo !

*

Ser "religioso" em termos de Cultura e de Civilização
é ter consideração pelos Valores divinos
e pelas manifestações naturais do Poder divino na Terra.

Vemos isso em Atos 17 : 22 quando São Paulo disse :

«Senhores atenienses,

em tudo vos vejo acentuadamente religiosos.»


E,  referindo-se a esse plano de Vida,  São Tiago,  na sua Carta,  em 1 : 27  escreve :

«A  religião  pura e sem mácula

para com Deus e Pai é esta :

Visitar os órfãos e as viúvas

nas suas tribulações,

e a si mesmo guardar-se

incontaminado, do mundo.»


*

Mas há Outro Plano de Existência que está expresso por São Paulo na sua Carta aos Gálatas 2 : 19, 20 -

«Já estou crucificado com Cristo

e vivo não mais eu,

mas Cristo vive  em mim.

A Vida que agora vivo na carne,

vivo-a na Fé do Filho de Deus,

o qual me amou

e se ntregou a si mesmo por mim.»



É nesta Vivência cristã que nos solidarizamos, Hoje, com o Dia Mundial da Religião.

«Para mim o Viver é Cristo

e o morrer é ganho.»


Carta de São Paulo aos Filipenses 1 : 21.


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domingo, 6 de dezembro de 2015

Pluralism o e Diálogo interreligioso

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    Pluralismo e Diálogo Ecuménico conciliam-se com Fidelidade e Coerência de Fé cristã ?
    Penso que sim.
    Depende, naturalmente, daquilo que entende, com exatidão, por cada uma dessas coisas.
   
    A Fé cristã,  fundamentada na Revelação escrita de Deus, na Palavra de Deus, confronta-se com as outras crença e religiões pacificamente e com respeito e com naturalidade.
    Há um medo absurdo do chamado "fundamentalismo", do temor em relação à afirmação nítida  daquilo em que se crê e em que se tem Fé.  É um atraso, uma debilidade,  em termos ideológicos.

   O Diálogo é bom.
   Aproxima, desfaz preconceitos,  dá objetividade na visão do "Outro",  seja crente ou não.
   Dalai Lama disse, certa vez a alguém, um cristão formal, que expunha, diante dele, certa hesitação entre Buda e Cristo :  "Buda é a minha vida.  Jesus é a tua".
    Os Cristãos não têm essa filosofia de vida budista.  Não deixam de propor, de convidar,  de falar,  com todo o respeito pelo Outro, a que aceite Cristo como Senhor e Salvador.

    Portanto, Diálogo não é fusão de religiões;  não é múltiplo denominador comum;  não é integração mútua;  não é relativização da Fé  em cedências de parte a parte ;  não é simbolização de realidades, históricas e espirituais, tais como :  a Ressurreição dos Crentes,  a Morte na Cruz e a Ressurreição de Cristo,  os Milagres de Jesus como Filho de Deus;  a Verdade das Escrituras, da Bíblia,  como Palavra de Deus,  etc.,  em vistas de "nivelar" crenças e facilitar a osmose entre elas ...

    Diálogo é respeito,  é tolerância.  Pode ser incentivado.  Mas não tem os objetivos que muitos líderes religiosos pretendem emprestar-lhe.
    A minha razão de existir,  o Sentido de minha Vida,  o único Sentido, assenta em bases históricas, que são factos divinos :  a Fé em Jesus Cristo,  morto na Cruz,  ressuscitado e presente no Céu,  como Filho de Deus !
    Todo esse Tesouro imenso não se submete a Diálogos reconfiguradores daquilo em que se crê.
   
    Aquilo que são os Fundamentos da Fé do Cristão também não são crenças intolerantes,  fanatizadoras, como frequentemente é caluniada a Fé evangélica.
   
   A Fé  -  escrevo-a com maiúscula   -   não é repensável, re-configurável, pela interação com outras religiões.

«...A Fé é o firme Fundamento das coisas que se esperam,

e a prova das coisas que não se vêem.»

    Carta aos Hebreus 11 : 1.

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