domingo, 12 de fevereiro de 2017

História da Istalação da Acção Bíblica em Portugal


       Elaborámos um texto sobre esta temática, a Henriette e eu.
     Está redigido;  tem umas dezenas de páginas.  
     E está guardado informaticamente.
     Foi comunicado aos dirigentes da
Acção Bíblica de Portugal.
      E também à Aliança Evangélica de Portugal.





Igreja Evangélica.jpg


     Esta é a  Igreja Evangélica da Figueira da Foz, hoje uma Igreja Presbiteriana, onde foi Presbítero o nosso Avô,  João de Oliveira Coelho,  que foi um dos fundadores dessa igreja,  nos primeiros anos do século XX, 
    Foi em casa de João Coelho que se hospedaram alguns dos primeiros Missionários da Acção Bíblica, na década dos anos "1920", nomeadamente o Sr. Samuel Matthey, antes de casar e de ir viver para o Algarve.

    O Algarve foi evangelizado pelo Casal Matthey, de "leste a leste",  com a colaboração de crentes locais, de ambos os sexos. 
    A Henriette converteu-se e nasceu de novo, em Jesus Cristo, já nos anos "50", ela, os seus Pais e outros Familiares,  por intermédio da acção missionária do Casal Samuel Matthey.
    Na Figueira da Foz, esses primeiros Missionários  frequentavam também, naturalmente esta igreja ( a da foto ), nesse tempo uma Igreja Congregacional.


 


Ig. Faro 05.09.18-1.JPG


    A Igreja da Acção Bíblica, em Faro, nos primeiros anos deste século XXI.



 «Lembra-te dos dias da antiguidade,

atenta para os anos de gerações e gerações,

pergunta aos teus pais

e eles te informarão.»


Deuteronómio 32 : 7.

 

IMGP0226.JPG


      A 1ª Casa onde habitou  -  em Faro  -   o casal Samuel e Emy Matthey, os primeiros Pastores / Missionários da Acção Bíblica no Algarve.
     Aí se realizaram as primeiras Escolas Bíblicas Dominicais. 
     Esta habitação, térrea, tem à volta de um século. 



 «Então os que temiam ao Senhor,

falavam uns com os outros.

O Senhor atentava e ouvia;

havia um memorial escrito diante dele

para os que temem ao Senhor

e para os que se lembram do seu Nome.»


Malaquias 3 : 16





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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

AB e termos anti-eclesiais.


AB emblema.png

     A  ACÇÃO BÍBLICA    como Família espiritual foi marcada nos seus primeiros tempos,  no início do século passado,  por uma atitude e um posicionamento a que poderíamos aplicar um neologismo :  anti-eclesial.
    Porquê ?
    Basicamente porque, fruto de um despertamento espiritual com origem no País de Gales, o Evangelista Sr. H.E. Alexander  -  que esteve na origem da Acção Bíblica  -  os seus colaboradores e as Congregações que iam nascendo na Suíça fruto do seu Ministério,  lutavam,   nas Mensagens e Pregações e nos escritos que publicavam, contra o liberalismo e o racionalismo teológico preponderante na igreja protestante ( e também na igreja católica romana )  na Suíça e na Europa Central. 
    O Cristianismo e a Fé expressavam-se, nas igrejas protestantes já estabelecidas, por um acentuado ritualismo e formalismo, nos Cultos, e no exercício de um clericalismo pastoral frio e cerimonial,  vazio de vida espiritual genuína e prescindindo do suporte do Texto bíblico das Escrituras,  perante as quais tinham  -  os Pastores e os teólogos dessa época ( que vinha já do final do século 19  ) -  reservas mentais de teor filosófico e liberal.
    Muita gente queria e procurava outro rumo espiritual,  que respondesse às suas necessidades espirituais e às apreensões da Vida nessa Europa de "entre as duas guerras".


    Por isso na AB se fugia, de certa forma, a terminologias que eram próprias desse protestantismo formal, frio, eclesial, ritual, vazio de fervor, carente de devoção e de empenho evangelístico missionário, da Vida de Cristo, e do Poder espiritual de persuasão das Escrituras, estudadas - e espalhadas -  com amor e entusiasmo que caracterizavam essas novas movimentações evangelísticas e missionárias das primeiras décadas do século 20.
    Na AB desses primeiros tempos não se falava muito em "igreja", em "pregação", em "homília", ou "sermão", em "culto", em "pastores", etc.
    Daí a forte adesão que esse ressurgimento cristão teve entre a população suíça, alemã e outras.
    Hoje os tempos são outros.
    Mas os Crentes ( na AB, e não só ) respeitam,  com muita gratidão a Deus a memória histórica desses tempos de re-ânimo espiritual,  que renovaram então a Fé e a consagração evangélica na Igreja de Cristo.


AB emblema I.png

« ( ... )  Ouço

uma Linguagem

que eu não conhecera ! ( ... ) »


Salmo 81 : 5.
 



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