terça-feira, 16 de maio de 2017

Muçulmanos e o Cristianismo


Futebol 1.jpg


O clérigo Islâmico Muhammad Alarefe, líder influente na Arábia Saudita, está pedindo que a FIFA crie uma lei proibindo jogadores de fazer uma “comemoração cristã” após o gol.

Ele não ataca diretamente o Cristianismo, mas no seu pedido alega que os atletas não deveriam fazer o sinal da cruz.

Professor de religião na Universidade do Rei Saud, na capital Riad, Alarefe usou as redes sociais, onde tem mais de 17 milhões de seguidores, para iniciar uma campanha.

Ele escreveu:
“Eu vi vídeo de atletas, jogadores de futebol correndo, chutando e quando marcam fazem o símbolo da cruz no peito! Minha pergunta é: por que as regras da FIFA não proíbem isso?”.

Rapidamente a mensagem começou a ser compartilhada, gerando um “buzz” na mídia social em língua árabe. Na maioria dos casos foi apoiada.




E a Bíblia recomenda-nos, que os filhos de Deus  -


« ( ... ) dêem prova de fidelidade,

afim de tornarem atraente,

em todas as coisas,

a doutrina de Deus, nosso Salvador»

 

Tito 2 : 10.








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sábado, 6 de setembro de 2014

Irmãos ?

   
Redefinir la fraternidad, ¿a qué precio?

   
    Quem é o meu Irmão ?

    A Bíblia dá-nos duas indicações como resposta :  Irmão e Irmã são os que fazem uma mesma Comunidade familiar.  No plano espiritual.

    Ou seja,  como afirmou Jesus Cristo,  em Mateus 12 : 50,  e no plano da Fé cristã,  são aqueles que fazem a Vontade de Deus, o Pai que está nos Céus.

    E portanto, que têm Jesus como Senhor e Salvador  (  João 1 : 12 )  e que são guiados pelo Espírito de Deus,  1ª Cor 3 : 16, 19.

    São chamados em Gál 6 : 10,  os "domésticos  (  ou a Família  )  da Fé".

    Os outros são o "nosso Próximo",  aqueles com quem contactamos,  que compartilham a nossa vida.  

    Somos chamados a amá-los.  Lev. 19 : 18;  Mat 22 : 39.


    O Vaticano, a Igreja católica romana, esbate esta diferenciação.   Para o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, estes dois são Irmãos e Irmãs.

   O Papa Francisco em agosto de 2013 assim chamou a cristãos e muçulmanos,  como sendo "uma só família humana",  "criada por um Deus únco".

    João Paulo II em 14 de fevereiro de 1982 afirmou o mesmo.

    É como uma redefinição :  "O Próximo",  converte-se, para o Vaticano, em "rmão",  universaliza a relação com Deus.

    As Escrturas são assim subestimadas, e mesmo pervertidas.

    Porquê ?

    Porque o Deus da Bíblia não é o mesmo Alah islâmico.  O culto árabe não é o mesmo culto cristão.

    Não somos todos filhos de Deus.  Só o são os que nascem de novo por Cristo, e segundo João 1 : 12, e cap 3.

    Mas o meu Próximo, esse,  eu me comprometo a amar biblicamente,  conforme o mandamento cristão.

    Compreende-se e aceita-se no entanto o sentimento humanitário que é o de contrariar os extremismos violentos,  o confronto das incompatibilidades de culturas,  de fanatismos cegos, de ódios seculares.

    Por isso a nossa  crítica é fundamentalmente espiritual.

    Mas  com os muçulmanos não temos,  como cristãos,  relacionamentos inviáveis,  nem os encaramos  "de costas"...

    Muito pelo conttrário.

    Os árabes se não são nossos Irmãos espirituais,  são "Próximos" que abraçamos com um relevo digno de menção :  são descendentes de Abraão.

   Não foram objeto da Aliança decorrente de Génesis 12 e de Génesis  15.  Mas têm  a Promessa de Génesis 16 e 17 : 20;  de 21 : 12, 13 e 18 !   Promessa essa irrevogável.  Como tudo o que Deus promete.

    Para além disso,  como meus "Próximos"  que procuram Deus por caminhos ínvios,  eu quero,  muito,  que eles encontrem em Jesus Cristo o Caminho, a Verdade , a Vida. Mesmo as minorias fanátcas e/ou terroristas !


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